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Sindicato Nacional e Democrático dos Professores

Reserva de Recrutamento nº 21;

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 21.ª Reserva de Recrutamento 2019/2020.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 17 de fevereiro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 18 de fevereiro de 2020 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

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Nota de Imprensa: Proposta de aumentos salariais é inaceitável e agrava injustiças na AP

Governo propõe mais 5 euros para os 4º e 5º níveis da TRU

Proposta de aumentos salariais é inaceitável e agrava injustiças na AP

Numa incompreensível manipulação dos números e de contaminação da opinião pública, o Governo insiste numa proposta de aumentos salariais para a Administração Pública que mantém os insultuosos 0,3 % para todos os trabalhadores mas introduz uma suposta melhoria que consiste num aumento de 4,85 € para o 4º nível da Tabela Remuneratória Única (TRU), e de 5,10 € para os trabalhadores do 5º nível da TRU, e que, além de discriminatória, fica muito aquém do que poderia ser considerado justo e aceitável. «ver Nota de Imprensa»

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Balanço da Greve Nacional da Administração Pública

Greve Nacional da AP com balanço muito positivo em todos os setores
Governo ainda tem tempo de avançar com proposta de aumentos reais

A FESAP saúde todos os trabalhadores da Administração Pública que, despendendo de um dia do seu precioso salário, demonstraram, através de uma grande adesão à Greve desta sexta-feira, a sua oposição clara e firme aos aumentos salariais de 0,3% constantes na proposta de Orçamento do Estado para 2020 e à quase total ausência de negociação coletiva que se verifica atualmente no setor público. «ver Nota de Imprensa»

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GREVE NACIONAL - 31 de janeiro

FESAP Greve 31janeiro

Colega,

Como sabes o nosso sindicato subscreve o pré-aviso de greve emitido pela FESAP para o próximo dia 31 de Janeiro. No entanto queremos deixar bem claro que o que nos move para esta greve não é apenas a recusa do enxovalho público que o Governo nos faz ao propor aumentos salariais de 0,3%.

De facto nós professores temos muitas e mais gravosas razões para avançarmos para a greve.

Vamos estar em greve porque continuamos a não aceitar

. que nos seja roubado tempo de serviço efectivamente prestado;

. que nos sejam impostos horários de trabalho abusivos e ilegais que mascaram a actividade lectiva de componente não lectiva;

. a degradação das condições de trabalho a que estamos sujeitos em escolas que, se fossem privadas, seriam fechadas pelos inspectores de trabalho da ACT, tal a degradação que atingiram;

. ser cidadãos de segunda a quem são negados os mais elementares direitos laborais, como sejam o de vermos as nossas condições de saúde serem regulamente monitorizadas pela medicina do trabalho, por forma a aferirmos a que ponto as condições em que exercemos a nossa nobre profissão, condições essas da exclusiva responsabilidade do nosso empregador, o Ministério da Educação, estão a arruinar a nossa saúde, e podermos ser ressarcidos dos danos sofridos;

. o constante adiamento da idade da reforma não seja acompanhado de medidas que nos protejam e aliviem a carga física e psicossocial associada a uma das profissões de maior exposição, como é a nossa;

. assistir impávidos e serenos ao aumento exponencial da violência exercida sobre nós no nosso local de trabalho, que cada vez mais extravasa as fronteiras da coacção psicológica e envereda pela agressão física, sem que a nossa tutela assuma medidas eficazes de prevenção e protecção, nem persiga e actue directa e firmemente sobre os autores dessas agressões;

. a atitude vergonhosa das juntas médicas da ADSE e da CGD que, ao arrepio da independência do acto médico, optam pela submissão mais vergonhosa à entidade empregadora e consideram “aptos” para o trabalho colegas por vezes em estados quase terminais de doenças incuráveis, agudizando-lhes o sofrimento e manifestando um total desrespeito pela dignidade não apenas do professor mas da pessoa humana.

É por isto e muito mais e não apenas pela revolta contra o miserabilismo da “esmola” do aumento dos 0,3% que fazemos greve e apelamos a que todos os colegas a façam.

Preferimos negociar mas, quando o outro lado se revela surdo, estaremos na rua a fazer-nos ouvir.

Quem não vai à luta sai sempre derrotado

Pré-Aviso de Greve

Cartaz

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O SINDEP, Sindicato Nacional e Democrático dos Professores, é um sindicato filiado a nível nacional na UGT e a nível europeu e mundial na Internacional da Educação e desde sempre ligado à defesa dos direitos dos trabalhadores em geral e dos educadores de infância e professores portugueses em particular.

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